

A Carta da Misericórdia/L
Das grades frias da prisão sombria,
Paulo escreve com ternura e fé, Não com a força da lei que oprime, Mas com o amor que liberta e sustém. A Filemom, irmão na graça divina, Chega um pedido manso e profundo: Recebe de volta aquele que fugira, Mas que Cristo transformou no íntimo do mundo. Onésimo já não é servo perdido, É filho da luz, renascido no Senhor; O que era inútil tornou-se querido, Pelo milagre da fé e do amor. Se há dívida, Paulo a toma consigo, Assina com o próprio coração; Pois no Reino não há inimigo, Só irmãos na mesma redenção. Assim a carta, pequena no tamanho, Mas imensa na graça que traz, Ensina que o amor é o caminho
Ademi Gomes
Enviado por Ademi Gomes em 27/02/2026
Alterado em 27/02/2026 Comentários
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