

Celine Fion
CELINE DION
Silenciosa, a doença chegou. A dor silenciou sua voz, mas a melodia ainda ecoa nos ouvidos. Celine nunca deixou de brilhar; mesmo prostrada em uma cama, reluziu como uma estrela no céu. Ela nunca se deixou vencer pela doença que, em silêncio, a atacou. Será que Celine tinha que passar por esse carma como prova de sua existência na Terra? Sua luz nunca se apagou. Deus quis que fosse assim. O show parou, o palco ficou vazio, mas não a esperança. Em seu coração, o som pulsa, o sangue corre nas veias, seus pulmões respiram. Sua alma canta em uma só nota: a melodia da cura. “Jesus, cura-me.” O cântico revelou a cura. Jesus me curou. Da sinfonia da vida, Celine Dion renasceu. O amor renasceu. Do carma da dor, um espírito floresceu. Cada suspiro, um acorde. Orações entoadas em hino e fé, em verso e prosa. Celine esplêndida, nas telas do mundo. Celine, guerreira. Celine, que nunca perde a esperança. Celine cantou e encantou no show mundial, nas Olimpíadas, no espetáculo da vida. Eterna Celine Dion. Que os palcos a recebam em palmas, ecoando nos ouvidos do mundo. Que Deus nos dê a prova de que Ele existe, como nosso Salvador. Aleluia, aleluia, aleluia! Celine, Celine, Celine.
Ademi Gomes
Enviado por Ademi Gomes em 05/03/2026
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